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quarta-feira, 22 de junho de 2011

TRANSPLANTES


Sobre o transplantar cabeça de gato em corpo de coelho, lhes digo que não me choca tanto, como quando vejo o “bicho” o animal ou partes daquele, vítima de esquartejamento exposto em portas de restaurante esperando o cliente que irá devorar aquilo.
  “Sustentarei os teus opressores com a sua própria carne, e com o seu próprio sangue se embriagarão, como com vinho novo. Todo homem saberá que eu sou o SENHOR, o teu Salvador e o teu Redentor, o Poderoso de Jacó.” Isaías 49.2
Canibalismo. Absorvem as partes do animal morto ou sua totalidade; a fim de angariar saúde e forças. Quando se vê aquilo nas portas dos restaurantes lembro-me de rituais macabros: Não chega a ser uma antropofagia, mas, poderia ser. Se o animal não está ali identificado pode ser carne de quaisquer animais, inclusive o animal humano.
Os estudos com animais foram proposta por séculos e ainda o é. Vale dizer que os transplantes de coração, fígado, rins, mãos, dedos, etc., só foram possível através de estudos e experimentos em animais. Hoje estão quase proibidos.
Vale dizer que minha amiga, professora universitária, cientista renomada, reconhecida nos meios científicos por todo o planeta, tomou o coelho e o gato que estavam ambos condenados por ter sido cobaia (farmacologia) durante anos e angariados agravos pelo hábito de fumar (tabaco) vivendo em grande sofrimento e dor. Antes de serem sacrificados a experiencia foi feita. Que grandiosa e gloriosa contribuição seria para a Neurociência se o transplante de cabeça houvesse dado certo como os outros tipos de transplantes!
Portanto não se choquem; torna-se louvável esse tipo de experiência quando feito com senso de humanidade e para o bem da ciência. Os procedimentos são feitos sem sofrimentos ao animal e milhões de seres humanos acrescenta anos a vida através da ciência.
Por que praticar actos violentos contra seres humanos indefesos tais como crianças e idosos e se chocar contra práticas científicas, indolor ao animal?
Rúbi

quarta-feira, 25 de maio de 2011

SOLIDÃO



Volta-Te para mim, E tenha compaixão
Por que estou sozinho e aflito.
Salmo 25:16

Sozinho
 Procura um caminho
Que não tenha espinho
Cardos!
Valei-me senhor Deus de todos
E dos desgraçados
Saí do porto
A buscar um horto
Onde a rosa é só uma rosa
Achei a rosa
Cardos!
Estou só
Busco-te como estou
Inibido, dividido, oprimido!
Faz-me sem remorso ou vergonha
Por ser fraco
E torna-me forte perante a tua lei!
Faz-me cumprir os teus preceitos
Meu Deus!
Cardos!
Só sozinho
 Procura um caminho
Que não tenha espinho
Cardos!
Que vazio é esse
Por que tanto isolamento?
Solidão
Intercedei por nós Deus de todos
E dos desesperados!
Cardos!
Cardo-santo!
Meu anelo és tu
Deus! Oh! Deus
Dos desesperados
Como o incenso suba aos céus o meu pedido
Ouve-me quando te clamo! Oh! Jesus!
Cardos!
Cardo-santo!

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Florence Nightingale, 1860

“ A Enfermagem é uma arte, e como arte, requer uma devoção tão exclusiva, um preparo tão rigoroso, como a obra de qualquer pintor ou escultor. Mas o que é tratar da tela inerte ou do frio mármore comparado ao tratar do corpo vivo – o templo do espírito de Deus? É uma das belas artes, eu quase diria, a mais bela de todas!”. 
Florence Nightingale, 1860

Filhos.

A tão falada dor do parto. Será dor de verdade? Qual dor? A de parir ou de parti? Ouvi falar dessa dor, em versos e prosas, mas, sentí-la jamais. Apenas cortes incomodativos ou pelos arrancados através de mãos pesadas e uso de toscas lâminas e/ou cremes onde pele e pelos são queimados.  Não vi a natureza fluir soberana, no parto natural. Qual natural? A verdadeira dor do ato de parir é na verdade a dor do ato parti. Volto ao meu próprio umbigo sinto essa dor em toda a sua força e pergunto: por que se eu cumpri todas as etapas do ciclo inexplicável da vida? Amei-o, dei-lhe asas, mostrei o certo e o errado, mas, na hora do vôo usou suas próprias asas. Nem sequer lembrou das asas que lhe dei. Oh! Dor! Ouvir “cria-se filhos para o mundo”! Parece mais um bilhete de ruína espontânea do que um conselho; e surge um cansaço do nada, um tédio de tudo e vem um desabafo em forma de tablóide digital… 

Nunca discuta, não convencerá ninguém. As opiniões são como os pregos; quanto mais se martelam, mais se enterram.

PEDRO HENRIQUE
MARIANNA MEL
AMO VOCÊS
SAUDADE?
MUITAS.

quarta-feira, 16 de março de 2011

CM




O vento é sempre o mesmo,   
mas sua resposta é diferente     
em cada folha.    
Somente a árvore seca   
fica imóvel entre borboletas
e pássaros”.      
Cecília Meireles