EGO
Negar o ego é não ser nada, não ter independência mental. Negar sua existência. Viver por instinto e para os outros. O desejo de poder sobre os outros, um odio patológico da vida e da liberdade.
É urgente conhecer os métodos desses míseros seres que buscam a anulação do outrem.
Primeiro: destruir-se a pessoa fazendo-a sentir pequeno, culpado, envergonhado, inútil, cheio de pecados levando com isso a morte de suas aspirações e destruição de sua integridade, ou seja, levar a desistência de seus ideais e aspirações, fazendo da pessoa uma presa fácil e obediente a quem preencher esse vazio.
Segundo: coloca-se a mediocridade em um altar e destroem os valores verdadeiros. Para tal leva a pessoa ao sofrimento através da inanição e outros métodos para que seus valores sejam rejeitados.
Para terminar de matar o ego, não deixam a pessoa ser feliz, pois se for ela será uma pessoa livre. Desejos pessoais são um mal e o individuo tem que doar, sacrificar. “Onde há sacrifício há oferendas” para alguém receber. Enaltece a escravidão o sacrifício e em aceitando esses conceitos a desgraça individual está consumada.
Para enterrar o ego anula os valores individuais da pessoa, fazer perder a razão a capacidade cognitiva, afirma “em publico” sua incapacidade, faz acreditar que ela não pensa e que não precisa, basta sentir. E a pérfida maledicência chega ao poder tomando a razão do individuo massacrado usando todas as suas capacidades: física, mental e intelectual. Usa a colectividade como massa de manobra para complementar seus instintos e tomam toda a essência dos sentimentos do ser atacado.
Negar o ego é não ser nada, não ter independência mental. Negar sua existência. Viver por instinto e para os outros. O desejo de poder sobre os outros, um odio patológico da vida e da liberdade.
É urgente conhecer os métodos desses míseros seres que buscam a anulação do outrem.
Primeiro: destruir-se a pessoa fazendo-a sentir pequeno, culpado, envergonhado, inútil, cheio de pecados levando com isso a morte de suas aspirações e destruição de sua integridade, ou seja, levar a desistência de seus ideais e aspirações, fazendo da pessoa uma presa fácil e obediente a quem preencher esse vazio.
Segundo: coloca-se a mediocridade em um altar e destroem os valores verdadeiros. Para tal leva a pessoa ao sofrimento através da inanição e outros métodos para que seus valores sejam rejeitados.
Para terminar de matar o ego, não deixam a pessoa ser feliz, pois se for ela será uma pessoa livre. Desejos pessoais são um mal e o individuo tem que doar, sacrificar. “Onde há sacrifício há oferendas” para alguém receber. Enaltece a escravidão o sacrifício e em aceitando esses conceitos a desgraça individual está consumada.
Para enterrar o ego anula os valores individuais da pessoa, fazer perder a razão a capacidade cognitiva, afirma “em publico” sua incapacidade, faz acreditar que ela não pensa e que não precisa, basta sentir. E a pérfida maledicência chega ao poder tomando a razão do individuo massacrado usando todas as suas capacidades: física, mental e intelectual. Usa a colectividade como massa de manobra para complementar seus instintos e tomam toda a essência dos sentimentos do ser atacado.
Depois
de perceber que o ser está tentando se recuperar, leva ao assédio maior que é o
encorajamento ao suicídio. Em não conseguindo usa-se outras estratégias em que
não convém citá-las. Luta-se dura e constantemente pela desmoralização da pessoa fazendo acreditar
que a pessoa está vitimizando-se.
Depois em nome de caridade, o falso "pinheiro da boa vida" é dado; e o ser é entregue aos abutres do mundo para ser surripiado, disfarçado
e escondido. Finalmente após destruição total tem que agradecer por tudo.
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